O jogo não começou bem para o Atlético. A Caldense pressionou a defesa atleticana, criando boas chances para marcar e quase monopolizando as ações no meio de campo. A Caldense poderia ter feito dois gols, se não fosse por falta de precisão na conclusão dos ataques. Estava muito fácil invadir a área do Galo, principalmente às costas de Coelho, que quase não guardou posição na partida.
O Atlético foi controlado por 30 minutos. Sem conseguir sair com a bola dominada ou trocar passes até o ataque, O Galo não conseguia criar oportunidades de gol. O meio de campo estava completamente perdido. A equipe só passou a chegar ao ataque com bolas longas da defesa para Renan Oliveira ou Muriqui. Em um desses lances, aos 40 minutos, Renan Oliveira consegue um gol.
No segundo tempo, a equipe voltou melhor e conseguiu criar mais chances. Jogando com consciência contra uma fraca defesa, não demorou ao Atlético voltar a marcar, aos 4 minutos, em um chute de fora da área de Fabiano. O galo passou a usar a ponta direita para atacar, o que gerou mais dois gols de cabeça em cruzamentos. O primeiro de Obina, aos 6 minutos, e Fabiano, aos 17, fez seu segundo gol na partida.
Com a partida em 4 a 0, o Atlético relaxou e a Caldense voltou a atacar. Achando espaço no setor de Coelho, a equipe de Poços de Caldas conseguiu criar algumas oportunidades, levando o goleiro Aranha a fazer as primeiras (e importantes) defesas. No geral, o Atlético mostrou ter problemas na saída de bola da defesa e na criação de jogadas, dependendo muito da velocidade do ataque.
Por Bruno Furst
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